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Archive for 2 de abril de 2011

Em 1973, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançou a 1ª edição do Novo Testamento da tradução na Linguagem de Hoje (TLH). Quinze anos depois, em 1988, a SBB lançou a Bíblia completa desta tradução, com o nome de Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH). Até este momento, a SBB só havia trabalhado em revisões de uma tradução já existente, a tradução de João Ferreira de Almeida. A BLH, portanto, foi a primeira tradução completa da Bíblia feita por iniciativa da SBB. E isso ocorreu em resposta a uma recomendação das igrejas, após ampla consulta junto a elas.

A consulta junto às igrejas havia demonstrado um reconhecimento generalizado de que se fazia necessária uma tradução bíblica apropriada ao desafio evangelístico que a realidade espiritual brasileira impunha. Tendo como objetivo principal a evangelização do povo brasileiro, esta tradução deveria ser adequada ao nível educacional médio da população. Por isso, após anos de dedicado trabalho de especialistas nas línguas originais e na Língua Portuguesa, produziu-se uma tradução com linguagem de fácil compreensão, a Tradução na Linguagem de Hoje.

A exemplo do que acontece com todas as traduções novas, a TLH foi bem aceita por muitos, rejeitada por alguns, e vista com desconfiança por outros. Mas, apesar disso, mais e mais, ano após ano, a TLH vem se afirmando como a tradução bíblica para a evangelização. Primeiro, porque um bom número de igrejas adotou o texto da TLH em suas campanhas evagelísticas. Segundo, nos últimos dez anos a SBB produziu mais de 500 milhões de seleções bíblicas, que foram distribuídas em parceria com as igrejas; só nos últimos 5 anos, uma média de 170 milhões por ano. Visto que o texto bíblico da maioria dessas seleções é tirado da TLH, pode-se dizer que foi este texto que grandemente impulsionou o crescimento das igrejas no Brasil.

Sendo uma entidade que serve todas as igrejas, a SBB, imediatamente após o lançamento da Bíblia na Linguagem de Hoje, passou a receber, classificar e analisar inúmeras sugestões, enviadas de todas as partes, no sentido de aprimorar a tradução para o uso mais eficiente e amplo das igrejas. Por outro lado, a própria Comissão de Tradução sentiu que a TLH poderia ser melhorada ainda mais. E, por fim, também as mudanças pelas quais a Língua Portuguesa havia passado desde o lançamento da TLH.recomendavam uma revisão dessa tradução. Por tudo isso, a SBB submeteu a TLH a uma profunda revisão através de sua Comissão de Tradução e, agora, depois de 12 anos desde o lançamento da Bíblia completa, lança a Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).

Os princípios seguidos nesta revisão foram os mesmos que nortearam o trabalho da primeira edição desta tradução. Diferente da tradução de Almeida, que foi norteada pelos princípios de tradução de “equivalência formal”, a NTLH orientou-se pelos princípios de tradução de “equivalência funcional”. Ao reproduzir o sentido dos textos originais, Almeida também procura reproduzir a forma dos textos originais, que muitas vezes é diferente do português simples e natural e, assim, requer um domínio da Língua Portuguesa que está acima da média da população brasileira. A NTLH, por sua vez, ao reproduzir também e efetivamente o sentido dos textos originais hebraico, aramaico e grego, expressa esse sentido de maneira simples e natural, assim como a maioria da população brasileira fala. Portanto, a Nova Tradução ha Linguagem de Hoje continua sendo especialmente adequada ao trabalho de evangelização e é também muito apropriada para a leitura devocional em família, inclusive para as crianças.Mesmo seguindo os princípios que orientaram a primeira edição da TLH, a revisão foi tão profunda que é justificável designar o texto resultante como NOVA Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH). Como destaques dessa revisão, aparecem os seguintes: (1)0 Novo Testamento foi totalmente revisado, tanto do ponto de vista de uma leitura profunda do texto original grego, como do ponto de vista da Língua Portuguesa. (2) Revisão semelhante, mas a partir do texto hebraico, recebeu o livro dos Salmos, com especial atenção à poesia. (3) Simplificou-se ainda mais uma série de construções gramaticais, aplicando-as ao texto de toda a Bíblia. (4) Aceitou-se mudar a designação do nome de Deus no Antigo Testamento de “Deus Eterno” ou “Eterno” para “SENHOR Deus”, “Deus, o SENHOR,” ou simplesmente “SENHOR”. Assim, a NTLH, agora, aproxima-se, neste particular, do texto da tradução de Almeida, Revista e Atualizada, e do texto da maioria das demais traduções bíblicas em Língua Portuguesa. Esta revisão sozinha afetou perto de 7 mil passagens do Antigo Testamento. (5) Uma série de textos que apareciam no rodapé da BLH, agora, na NTLH, voltaram ao texto da Bíblia. Isso refere-se, por exemplo, aos títulos originais dos Salmos, às vezes, difíceis de compreender, os quais aparecem traduzidos no início do respectivo Salmo em tipo itálico [inclinado). Também, no Novo Testamento, algumas passagens que não se encontram em alguns dos melhores e mais antigos manuscritos gregos mesmo assim aparecem, agora, traduzidas entre colchetes ([ ]; ver, por exemplo, Mateus 6,13b). (6) Finalmente, acolheu-se uma série de sugestões, encaminhadas à Comissão de Tradução por parte de fiéis das mais diversas igrejas.

Está aí, portanto, para o uso das igrejas, para o uso individual, familiar e geral, a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Sendo a expressão da Palavra de Deus na linguagem simples do povo, a Comissão de Tradução da SBB pede a Deus e deseja que muitos a recebam com alegria e tenham em sua vida a experiência do salmista:,”A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho” (Salmo 119.105). E Deus conceda também que muitos a utilizem em suas atividades de adoração, evangelização, educação e pregação, “como a espada que o Espírito Santo lhes dá” (Efésios .6.17).

Junho de 2000

Mês do 52° Aniversário da SBB

Em 2005, quando foi publicada a Bíblia de Estudos NTLH, o texto sofreu pequenas alterações e ajustes em poucos versículos.Agora, nova mudanças foram feitas no texto bíblico, incorporando as alterações previstas na reforma ortográfica da língua Portuguesa.

Outubro de 2008.

Sociedade Bíblica do Brasil

www.sbb.org.br

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A jornalista Marília Gabriela deu uma declaração, no mínimo, inusitada durante entrevista com a escritora Fernanda Young, que foi ao ar esta semana no canal por assinatura GNT. “Eu conheço alguns, poucos…”, disse Marília para surpresa de Fernanda. “Ex-gay? Conhece?, perguntou  a morena de boca aberta. “Conheço alguns poucos que se convenceram disso por força da religião. E fizeram tanta força que foram se adequando…”, completou a jornalista.

Assista ao vídeo

Fernanda Young, então, deu sua opinião: “Eu desacredito que a religião tenha esse poder porque a religião não entra num quarto escuro.”

O assunto veio à tona na entrevista porque Fernanda é escritora de uma nova série da Globo, chamada “Macho Man”, que será protagonizada por Jorge Fernando. Na trama, ele é um gay que muda sua condição sexual depois que o globo de uma boate desaba em sua cabeça.

Fonte: Yahoo!

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O interessante é aprender a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem

Por: Rute Paixão dos Santos

No dicionário Aurélio a inveja é definida de duas maneiras: 1ª) desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem; e 2ª) desejo violento de possuir o bem alheio. A pessoa que possui esse sentimento, ou ela o menospreza, ou tem uma vontade incontrolável de ter as habilidades, bens e ideias do outro.

A Bíblia relata no capítulo 4 de Gênesis que o sentimento da inveja foi a causa do primeiro homicídio da terra. Caim ofereceu a Deus um fruto de qualquer maneira, enquanto Abel ofereceu uma oferta melhor, pois entregou uma ovelha primogênita: “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor”.

“E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta”.

Segundo a Bíblia, tanto a primeira cria de um animal, como o primeiro fruto das árvores deveriam ser oferecidos ao Senhor no Santuário, em agradecimento pelo dom da vida.

Aprendemos com está história que a inveja geralmente acontece entre as pessoas próximas e que nos conhecem bem a “fundo”, que vivem conosco diariamente; pois como sabemos, Caim e Abel eram irmãos. Podemos dizer que Deus representa o líder e os irmãos Caim e Abel representam os colaboradores das empresas no mundo atual.

No nosso ambiente de trabalho, podemos e devemos saber administrar este sentimento pequeno e “diabólico”, principalmente quando presenciamos colegas realizarem trabalhos melhores que o nosso. Fela Moscovici, em seu livro “A organização por Trás do Espelho”, diz que “Na empresa, a alegoria de Caim e Abel perdura até hoje. Em todos os setores e níveis pode-se notar ciúme e inveja, seja nas preferências de superiores ou nas realizações bem-sucedidas e elogiadas. O trabalho em grupo expõe a fragilidade dos relacionamentos superficiais dos membros carentes de habilidades interpessoais para lidar com as emoções”.

Nos relacionamentos interpessoais sempre existirão entre as pessoas sentimentos de ciúme, inveja, ira, amor, solidariedade, esperança, confiança etc. Precisamos estar mais atentos aos indícios que as pessoas invejosas nos dão. O menosprezo, dito anteriormente, e a imitação excessiva são pontos consideráveis desses sinais.

Aí nos questionamos: mas como administrar o sentimento da inveja que nos impede de crescer e seguir o nosso caminho? A resposta é: controlando as emoções negativas e realizando sempre a prática do autoconhecimento, quando conhecemos as nossas limitações e habilidades, o desenvolvimento e a aprendizagem pessoal e profissional tornam-se mais fáceis.

No treinamento e desenvolvimento de pessoas onde ministro o curso de relacionamento interpessoal nas empresas, gosto de trabalhar com o diagrama Janela de Johari, criado por Joseph Luft e Harry Inghan que estudam o comportamento do homem através do: Eu aberto, quer dizer que eu sei e os outros também; o Eu cego, só os outros sabem; Eu secreto, significa que só eu sei e o Eu desconhecido, nem eu e nem os outros sabem.

A inveja aloja-se justamente no “Eu secreto” e pode ser refletida no “Eu cego” do qual as pessoas que estão ao nosso redor vão perceber as nossas atitudes e ações diárias. Uma ferramenta favorável que as empresas poderiam aplicar é a avaliação de desempenho acompanhada pelo feedback.

O feedback aplicado aos seus colaboradores ajuda na melhora do comportamento, pois o retorno provoca uma reflexão na pessoa ou grupo avaliados a respeito do seu desempenho dentro da empresa, em prol de alcançar os objetivos traçados. O interessante é aprender “a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem”. Quem já não ouviu “vou invejar você nisso ou naquilo”, no sentido de imitar a outra pessoa? Devemos reformular a frase para: “vou imitar você nisso ou naquilo”. Com a prática da imitação estamos valorizando o trabalho do outro e aprendendo novas ideias.

A imitação tem uma grande importância na nossa vida, pois quando nascemos já imitamos gestos e ruídos dos nossos familiares e isso não nos impede de termos autenticidade no que realizamos ou pensamos ao longo da vida. Ao imitar, você irá aprender, ensinar e produzir resultados.

O rei Salomão com a sua imensa sabedoria no livro de Provérbios cita que “a inveja é a podridão dos ossos”. Não deixe que este sentimento resseque a esperança, a ternura, a fé, a alegria e, em especial, o amor, que tem o poder de renovar todos os sentimentos positivos que há dentro de você.

Fonte: www.creio.com.br

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Queridos irmãos, amigos, familiares e vizinhos.
Os convido para o culto em ação de graças que vou oferecer a Deus, no dia do meu aniversário, em razão de bênçãos recebidas.

Local: Minha casa.

Data: 5ª feira, 7 de abril.

Horário: 19:00h.

Aguardo a presença de vocês, pois Deus já está aqui.

”Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus.”

(Tessalonicences 5:16-18)

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