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Archive for abril \30\UTC 2011

Uma importante mensagem do pastor Silas Malafaia direcionada aos cidadãos brasileiros que amam a família. Ele também falará aos membros da Assembleia de Deus no Brasil a respeito da comemoração do centenário da igreja.

Essa mensagem foi exibida às 9:00h desse sábado, dia 30 de abril, no Programa Vitória em Cristo, na Band, e será reprisada nos dias 03, 06 e 21 de maio.

Fonte: Associação Vitória em Cristo

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8 de Junho de 1972: A aldeia vietnamita Trang Bang foi bombardeada com napalm. Com as roupas a arder, Kim Phuc, com 9 anos, corre estrada fora à procura de socorro. Esta foi uma das foto de guerra mais premiadas.

Na guerra do Vietnã, uma foto em particular foi publicada em quase todos os jornais do mundo. Ela retratava uma menina aterrorizada a fugir da sua aldeia, com outras crianças, para tentar escapar ao horror do napalm que lhe queimava a pele. Chamava-se Kim Phuc, quase morreu, tendo ficado com cicatrizes em quase todo o corpo.
Segundo o jornal “Crónica Cristã” de Minnesota, em 1996 Kim Phuc foi convidada a proferir uma palestra em Washington, no Memorial dos Veteranos do Vietnã. No discurso ela afirmou que perdoaria o piloto que lhe infligiu tamanho dano, se um dia eles se encontrassem. O homem a quem ela se referia era John Plummer. Ele julgava que não havia civis na aldeia, por isso ordenara o ataque. Mas a culpa continuava latente e precisava sentir-se perdoado.
Ele soube que Kim estaria lá, e foi ouvi-la. No fim da cerimônia, encontraram-se. Naquele momento, John Plummer, constrangido, apenas repetia: “Perdoe-me, eu sinto muito”. Kim Phuc fitou-o por momentos e respondeu: “Tudo bem, está perdoado”.
Ela perdoou e desde aí dedicou-se a promover a paz, criando a “Kim Phuc Phan Thi Foundation” em 1977, uma fundação que ajuda crianças vítimas de guerra, em qualquer parte do mundo, fornecendo ajuda médica e psicológica de modo a ajudá-las a superar as experências traumáticas.
Mas como poderia ela perdoar aquele piloto? Kim tornara-se uma seguidora de Jesus Cristo após a guerra, assim também como John. Eles entendiam o perdão – como dá-lo e como recebê-lo. Eles foram perdoados por Jesus e permitiram que o ciclo do perdão continuasse.
Kim Phuc era uma mulher cristã.
Podia ter ficado ressentida e odiado o piloto. Podia ter desenvolvido um espírito amargo e vingativo. Podia ter carregado uma raiva inflamada desse incidente cruel que a marcara para sempre, mas seguiu Jesus: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5.44); e também: “Não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados” (Lc 6.37). Ela sabia que fora totalmente perdoada: “Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão” (Dn 9.9). Ela podia orar o “Pai Nosso”: “Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve” (Lc 11.4).
Assim, Kim Phuc perdoou o piloto americano, aliviando-lhe o coração carregado de culpa.
Num mundo onde a retaliação é comum – “olho por olho, dente por dente” – os crentes em Jesus não somente são perdoados, mas também são chamados para perdoar.

Com a ajuda do Espírito Santo, que habita em nós, podemos escolher ter um espírito de perdão, seguindo o conselho bíblico: “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13).
A activista pela Paz, que foi nomeada Embaixadora da UNESCO em 1994, é o símbolo vivo do sofrimento de inocentes vítimas da guerra. A sua imagem ao ser queimada por napalm correu mundo, como testemunha dos horrores da guerra e tornou-a portadora de uma mensagem de perdão, reconciliação e tolerância.

Samuel Câmara e B. Lino

Fonte: http://www.usevira.com/blog/

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O Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), que junto ao SESI (Serviço Social da Indústria) e ao SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), através do projeto SESI/SENAI Educa Mais, oferecem:

Até 11 de maio, estarão abertas, as inscrições para o processo de seleção e ingresso em três cursos à distância de Qualificação Profissional. Serão 1.200 vagas gratuitas em cursos de: Auxiliar em Logística, Operador de Telemarketing e Operador de HelpDesk.


  • O curso Assistente de Logística objetiva prestar suporte na recepção, armazenagem e expedição de materiais segundo normas técnicas. De acordo com a Aslog (Associação Brasileira de Logística) o mercado de serviços logísticos emprega mais de 150 mil profissionais em todo o Brasil e vem crescendo a uma taxa de 30% ao ano.


  • O curso de Operador de Telemarketing visa prestar teleatendimento a clientes em relação a produtos e serviços seguindo roteiros e scripts. A prefeitura do Rio tem como proposta atrair empresas de telemarketing, estimando entre 100 mil a 120 mil empregos na região. A grande expectativa é a contratação de jovens.


  • O curso de Operador de Suporte Técnico em TI (HelpDesk) objetiva prover suporte de TI aos usuários de acordo com padrões técnicos. O trabalho de teleoperadores é uma profissão cada vez mais requisitada pelo mercado em função do processo de modernização tecnológica, sendo uma boa opção para a inserção de jovens no mercado.


Clique aqui para visualizar o edital

Clique aqui a faça já sua inscrição gratuita para a prova de seleção

Fonte: Sistema FIRJAN

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Maquinista e controlador são condenados no Rio

Um maquinista e um controlador, envolvidos em uma colisão de dois trens em Austin, na região metropolitana do Rio, há quase quatro anos, foram condenados. Na sentença, o juiz Marcos Peixoto, da 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, criticou, duramente, quem considera os principais culpados pelo acidente: o Estado do Rio e a Supervia, concessionária de transporte ferroviário. Maquinista e controlador, condenados a dois anos de detenção, vão recorrer em liberdade. O acidente causou a morte de oito pessoas.

O Ministério Público denunciou o controlador operacional dos trens e um dos maquinistas por homicídio culposo e lesão corporal. De acordo com a acusação, o controlador determinou que o maquinista, que fazia testes com o trem que conduzia, mudasse de uma linha para a outra sem observar os devidos cuidados com a segurança. O maquinista, por sua vez, foi acusado de conduzir o trem a 85 km/h, quando a velocidade permitida é de 60 km/h.

“É necessário ressaltar que, na verdade, o presente processo apresenta (e representa), de maneira límpida, duas das mais dolorosas facetas do Direito Penal, quais sejam, a personalização de vícios sistêmicos e a criminalização dos estratos menos favorecidos da sociedade”, escreveu o juiz.

Ele explicou que essa “personalização” acontece quando a Justiça Criminal é acionada para “punir indivíduos que nada mais são do que uma mera engrenagem, parte mínima e quase insignificante de um grande vício que acomete o sistema social como um todo”.

Na decisão, o juiz Marcos Peixoto chamou a atenção para uma resolução editada sete anos antes do acidente pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos do Estado do Rio de Janeiro (Asep-RJ), que foi extinta, sendo substituída pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp). A resolução, transcrita na íntegra pelo juiz da 2ª Vara Criminal, foi editada após vários acidentes terem acontecido, alguns resultando na morte de passageiros.

No texto, a então agência reguladora listou uma série de recomendações para a Supervia, concessionária responsável pelos trens na região metropolitana do Rio, entre elas o treinamento dos funcionários. A Asep-RJ também determinou que a Supervia instalasse em toda frota de trens um dispositivo de segurança automatizado.
“A implantação de um dispositivo que impediria o acidente analisado nestes autos, adotado nos mais modernos sistemas ferroviários do mundo, não é feita pela empresa, apesar de exigida pelo Estado que concedeu o serviço, que a seu turno não fiscaliza e exige a observância de sua determinação”, escreveu o juiz.

“E o sistema, absoluta e patentemente falho, inepto, continua exatamente como antes, em plena operação: praticamente intocado”, continua. Para o juiz, “mais uma vez a corda rompeu no lado mais fraco”.

Após fazer uma análise do contexto em que o acidente próximo à estação de Austin aconteceu, o juiz diz que, em matéria penal, “culpas não se compensam ou excluem reciprocamente (exceção feita às hipóteses de culpa exclusiva da vítima o que, à toda evidência, não é o caso)”. Peixoto passa a analisar se maquinista, que tinha mais de 20 anos de profissão, e controlador, com 12 anos de serviço, contribuíram de forma culposa pelas oito mortes e lesões em 85 pessoas.

“É mister lembrar – ainda que pareça um truísmo – que errar é inerente à própria condição humana”, diz. O juiz também menciona o jurista Heleno Fragoso, que escreveu sobre o fato de que todos estão sujeitos a riscos e que, por outro lado, eles são limitados por meio da observância de normas.

O controlador, observou o juiz na decisão, não obedeceu as regras quanto aos sinais que devem ser dados às composições. Ao fazer isso, não impediu que o trem, operado pelo maquinista que também foi acusado criminalmente, fosse em direção ao outro trem.

“A conduta adotada foi completamente irregular e infringiu a determinação de uma Instrução de Serviço – não era facultado ao controlador avaliar a necessidade ou não da adoção deste procedimento. Certamente o acidente não teria ocorrido se a Instrução de Serviço – de pleno conhecimento dos controla-dores – fosse adotada”, diz o laudo, citado pelo juiz.

Já o maquinista do trem que se chocou com o outro em Austin também foi condenado. O juiz não considerou a denúncia em relação à velocidade do trem conduzido pelo maquinista, já que não se pode afirmar que foi devido ao excesso de velocidade que os trens se chocaram.

Entretanto, considerou o juiz, o maquinista contribuiu com o acidente ao deixar de observar os sinais de alerta e de parada obrigatória acionados no trecho onde trafegava. Para Peixoto, houve imperícia e negligência.

“‘Viver é muito perigoso’, já disse nada menos que Guimarães Rosa, na obra prima literária Grande Sertão: Veredas”, diz o juiz. Quem opera o sistema ferroviário, continua, “lida com vidas, milhares a cada dia, milhões por mês. Suas atividades dispõem de alto grau de risco, tolerado posto que indispensável à vida contemporânea”.

O Direito, diz, criou o princípio da confiança, ou seja, se os riscos terão de ser tolerados, a tolerância parte do pressuposto de que todos observarão um comportamento que atente ao dever objetivo de cuidado.

“Os réus – assim como o Estado do Rio de Janeiro e a empresa Super-via – romperam com o princípio da confiança, gerando uma sucessão de inobservâncias a deveres objetivos de cuidados que, de forma colateral, numa concorrência de culpas, redundaram no gravíssimo acidente”, afirma.

Clique aqui para ler a decisão.

Fonte: O Consultor Jurídico

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A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, que vai direto ao ponto: como colaboramos diariamente pra destruir o planeta. Mostra passo a passo a cadeia de eventos que vai da exploração dos recursos naturais, passando pelo produto manufaturado, a compra e o descarte, até chegar ao lixão. Mas o diferencial aqui é que não é um documentário no estilo BBC ou National Geographic. É explicado com desenhos (toscamente) animados, e numa linguagem simples (sem ser simplista) que se torna interessante e compreensível até para crianças pequenas. E o melhor: é dublado!

Eu convoco professores a fazer uma campanha de guerrilha contra os poluidores (desmatadores, fábricas e… nós mesmos), passando esse vídeo nas escolas. Não importa se não tem aula de ecologia, isso pode ser encaixado (forçosamente) numa aula de história, geografia, moral e cívica, matemática, qualquer coisa! O importante é plantar a semente em nossas crianças e adolescentes (porque essa geração já é perdida, estamos contaminados demais) pra garantir ao menos um futuro melhor pra ELES MESMOS!!!

Após o vídeo haverá uma imensa porta aberta nas mentes dessas pessoas, tipo: “o que eu posso fazer?”; “como posso ajudar” e é aí que entra o papel do educador, oferecendo alternativas. Pra isso você, educador, deve se “armar” de links para páginas que tratam de ecologia, imprimir dicas, ensinar a necessidade de economizar água e luz, usar ao mínimo materiais descartáveis, etc, etc.

Pra conseguir esse vídeo já no formato de DVD, clique aqui e faça o download do link intitulado “Dublado – Versão brasileira para gravar em DVD [ZIP | 0.71GB ]”. Se você já sabe converter de AVI pra DVD, pode baixar bem mais rapidamente lá mesmo, pois há várias versões pra download. Agradeço e muito a quem dublou e hospedou esse vídeo. Viram como com cada um fazendo alguma coisa poderemos ajudar a mudar o mundo? Sempre vai ter um espírito de porco que vai dizer “você acha que ensinando essas crianças vai adiantar alguma coisa? Que um industrial vai deixar de fazer seus produtos cancerígenos por causa de um bando de ripongas do Greenpeace?”. Pois ACREDITE. Não vai ser do dia para a noite, não vai ser em um ano, mas quando o poder da CONSCIÊNCIA se alastra e atinge uma massa crítica, mesmo que as pessoas não deixem de consumir sem questionar, INFLUI SIM no desenvolvimento dos produtos. Um exemplo claro foi semana retrasada, na Conferência da Apple para o lançamento dos novos Ipods.

Durante a apresentação houve um tópico só pra falar que o produto é um dos mais “limpos” da Apple, mostrando umachecklist do que ele não tem nada de tóxicos, comumente presentes em aparelhos eletrônicos. Busquem pela sua memória: Quando foi a última vez que você viu isso numa propaganda de eletrônico? Os tempos estão mudando, e os “malucos verdes” de hoje podem ser os líderes de amanhã, especialmente porque todos estão sentindo na pele os efeitos do modelo atual de “desenvolvimento”.

Referência: Ranking do Greenpeace em relação às companhias

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=07870

Assisti a esse vídeo na aula de Geografia do Prof. Luciano, do curso pré-universitário da UFRJ em parceria com a prefeitura de Nova Iguaçu, que faço na Escola Municipal Ruy Barbosa, em Austin.
É muito importante ter acesso a vídeos e outras mídias durante as aulas, porque desse modo a compreensão e assimilação do conteúdo acontece de forma mais rápida e eficaz, além de ser uma maneira de tornar a aula mais agradável a atraente.
Foi uma das melhores aulas que já tive, e serviu para nos alertar sobre os perigos e efeitos do capitalismo, que na verdade só beneficia aqueles que pensam a curto prazo, pois somente visam o dinheiro e as regalias que ele pode proporcionar, porque não estão preocupados com o futuro das próximas gerações, nem com o futuro do planeta.

(Leandro Maia Gonçalves)

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Por vivermos em um país de clima quente e úmido, e estarmos cada vez mais propensas a estresses que levam à queda da imunidade, não é raro sentirmos desconfortos vaginais. Um dos mais comuns é a Candidíase Vulvovaginal: estima-se que cerca de 75% das mulheres experimentarão pelo menos um episódio da doença durante a vida. Conversei com o ginecologista Fábio Muniz para entender esse problema um pouco melhor, vejam só:

O que é a Candidíase Vulvovaginal e quais são suas causas?
“Trata-se de uma infecção da vulva e da vagina, causada pela proliferação de um fungo chamado Cândida albicans que, em muitos casos, já existe na flora vaginal da mulher, mas não é prejudicial em pequenas quantidades. Existem vários fatores que predispõem esta proliferação, como a gravidez, a obesidade, o Diabetes descompensado, as altas dosagens de anticoncepcionais e antibióticos, o contato com substâncias alérgicas (perfume, talco, desodorantes), o uso constante de biquínis molhados, absorventes diários e roupas íntimas de tecidos que diminuem a ventilação da região vaginal.

Quais são os sintomas dessa doença?
“Os sintomas dependem do grau da infecção e eles podem apresentar-se isolados ou associados. O principal sintoma é a coceira vulvovaginal, mas a pessoa também pode sentir dor ao urinar e no ato sexual, vermelhidão na vulva, ter a vagina coberta por uma placa branca ou acizentada e perceber na calcinha um corrimento branco sem cheiro e com aspecto de leite coalhado. É importante lembrar que, ao sentir qualquer desconforto, a visita a um ginecologista é essencial.

Candidíase não é considerada uma DST?
“Não, pois a relação sexual não é a principal forma de transmissão. Porém, é sempre importante se preservar usando camisinha!

Como é possível evitar a Candidíase?
“Algumas medidas bem simples, relacionadas à higiene íntima e ao vestuário, podem ajudar a evitar a Candidíase:

– Dê preferência às roupas íntimas de puro algodão e evite usar absorventes íntimos diariamente, pois prejudicam a ventilação local.

– Adquira o hábito de dormir com roupas confortáveis e largas, de preferência de puro algodão. Se possível, durma sem calcinha, para que a região íntima fique ventilada e menos propença à contaminação.

– Evite usar toalhas e roupas íntimas que ficaram secando no banheiro (isso facilita a manutenção dos fungos) e, principalmente, aquelas que pertencem a outras pessoas. As toalhas devem ser bem lavadas e sempre passadas a ferro antes do uso.

– Após as evacuações, a higiene local deve ser feita trazendo o papel higiênico no sentido da vulva para o ânus (da frente para trás), nunca ao contrário, evitando assim a contaminação da vagina por germes que habitam as fezes.

– Evite ficar períodos longos com o maiôs ou biquínis molhados, porque eles prejudicam a transpiração e deixam o ambiente úmido e quente, o que favorece a proliferação dos fungos.

– Duchas intra-vaginais são absolutamente desnecessárias, pois causam desequilíbrio na flora vaginal e podem levar os germes para outros órgãos genitais, como o útero, o ovário e as trompas.

Como é o tratamento para a Candidíase Vulvovaginal?
“Ao sentir os sintomas, a pessoa deve procurar o ginecologista imediatamente, para que seja feito um exame ginecológico. Tratamentos com cremes e remédios via oral são os mais recomendados, lembrando que somente um médico pode prescrevê-los.

Serviço:
O Dr. Fábio. Muniz é ginecologista, obstetra e mastologista no Hospital e Maternidade São Cristóvão

Fonte: http://meme.yahoo.com/fiquelinda/p/Wr02Z3W/?cid=brtd/

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A pressão alta pode ser evitada com hábitos simples que farão bem a toda sua saúde

A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial cresceu de 21,5%, em 2006, para 24,4%, em 2009. Os dados fazem parte de levantamento anual do Ministério da Saúde e foram divulgados recentemente. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” explica o cardiologista Enéas Rocco.

A pesquisa do MS feita com 54 mil adultos revela que a prevalência da doença, de 2006 a 2009, aumentou em todas as faixas etárias, principalmente entre os idosos. Atualmente, 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais sofrem do problema contra 57,8%, em 2006. O percentual de hipertensos não passa de 14% na população até os 34 anos. Dos 35 aos 44 anos, a proporção sobe para 20,9%. O índice salta para 34,5%, dos 45 aos 54, e para 50,4%, dos 55 aos 64 anos. Esse aumento na ocorrência da doença, de acordo com a idade, é resultado de padrões alimentares e de atividade física ao longo da vida, além de fatores genéticos, estresse e outros determinantes. A proporção de hipertensos é maior entre mulheres (27,2%) que entre homens (21,2%).

A pesquisa também aponta que, quanto menor a escolaridade, mais casos da doença são diagnosticados. Entre os adultos com até oito anos de educação formal, 31,5% declaram que têm hipertensão. O porcentual cai para 16,8% se considerado o grupo de pessoas de nove a 11 anos de instrução. A hipertensão podem desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.

Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

Fonte: Minha Vida

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