Feeds:
Posts
Comentários

Archive for março \30\UTC 2010

Depois do temporal que atingiu Austin, em Nova Iguaçu-RJ por volta das 20:20h desta 2ª feira, o centro do bairro ficou alagado e cheio de lama e lixo por todos os lados.
Várias casas e lojas foram invadidas pela água, inclusive a minha.
Eu estava em sala de aula na hora do temporal, pois estou fazendo um curso pré-vestibular em Austin, e após o término das aulas, fui para o ponto esperar o ônibus, já que fazer o trajeto até minha casa a pé é muito difícil pra mim, que tenho uma deficiência física e uso muletas. Mas como o ônibus demorava a vir e começava a chover de novo, e o ponto não tem cobertura (como 99% deles), resolvi ir a pé mesmo, mas apenas porque não fazia calor. Foi quando me deparei com lixo por toda parte no centro de Austin, e devido a chuva eu tive que ir pela rua, já que muitas calçadas estão em péssimo estado para se caminhar, e outras tantas foram cobertas por azulejos, que quando molhados se tornam uma verdadeira armadilha para quem anda de muletas.
A R. Cel Monteiro de Barros e a Av. dos Inconfidentes, as principais ligações entre Austin e o  centro de Nova Iguaçu e de Queimados se transformaram em rios, sendo que a Cel. Monteiro de Barros levou muito mais tempo para baixar o nível da água, e às 23:00h ainda tinha cerca de 30cm de água, fazendo com que vários motoristas desistissem de passar pelo local.
Parece que a situação ficou assim depois que a prefeitura colocou asfalto novo no centro do bairro, sem antes retirar o asfalto antigo, fazendo com que a rua, em muitos trechos ficasse mais alta que as calçadas, provavelmente facilitando o entupimento dos bueiros.

Asfalto novo sem antes refazer o sistema de águas pluviais?

A falta de educação do povo, que joga o lixo em qualquer lugar, aliados ao mau serviço de coleta de lixo e de limpeza prestados pela prefeitura são os responsáveis pelo caos instaurado na localidade de Austin, que é sempre lembrada na época das eleições, mais que depois disso…

Eu quero protestar contra quem coloca azulejos ou outros materiais lisos e escorregadios nas calçadas, e contra a prefeitura, que não fiscaliza esse tipo de situação.

Será que estas pesoas não tem cérebro? Não sabem que isto pode causar acidentes, pois as calçadas devem ser feitas de material anti-derrapante.

Como querem cobrar impostos e taxas, se não tenho nem meu direito de ir e vir respeitado?

Copyright © 1976-2010 Leandro Maia Gonçalves™ ®

All rights reserved. Todos os direitos reservados.

Read Full Post »

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
DIVISÃO DE INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE COMUNIDADE
PREFEITURA DE NOVA IGUAÇU

Curso Pré-Universitário de Nova Iguaçu
Seleção de Alunos-2010

Mensagem importante: Calendário de atividades: – Gabarito 01/03/2010: Site http://www.pr5.ufrj.br – Resultado Final 05/03/2010: Site http://www.pr5.ufrj.br ou nas Unidades do Pré-Universitário de Nova Iguaçu – Matrícula dos aprovados 08 a 12/03/2010: Nas unidades do Pré-Universitário de Nova Iguaçu das 18h30 às 21h

-Encerrado o prazo de inscrição
-Gerar comprovante de Inscrição(2a. via)
-Edital de Seleção
-Gabarito Oficial

Gabarito Oficial

Questões Resposta
1. b
2. d
3. c
4. c
5. b
6. c
7. d
8. c
9. c
10. d
11. d
12. c
13. a
14. c
15. d
16. a
17. d
18. a
19. b
20. d
21. d
22. c
23. d
24. c
25. b
26. b
27. B
28. d
29. d
30. b
31. b (ANULADA)
32. b
33. c
34. a
35. b
36. c
37. d
38. b
39. c
40. a
41. d
42. b
43. d
44. b
45. d
46. a
47. c
48. d
49. c
50. b

Read Full Post »

Por Juliano Costa, Redação Yahoo! Brasil

O rapper MV Bill, que sempre soube retratar como poucos a realidade das comunidades menos favorecidas do Rio, tanto em seus discos como no documentário “Falcão – Meninos do Tráfico”, vê com bons olhos o trabalho das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).

Morador de Cidade de Deus, ele sente que os novos policiais estão mais abertos ao diálogo. “Está claro agora que é mentira que as comunidades eram contra a polícia. Nós éramos contra os métodos utilizados, de pé na porta e invasão de domicílio sem mandado. Vejo que esses novos policias sabem respeitar os moradores e, por isso, estão sendo também respeitados.”

  • Conheça as UPPs
  • Confira a entrevista de MV Bill ao Yahoo!:

    Como morador da Cidade de Deus, como tem visto o trabalho das UPPs?
    O tempo ainda é curto para se fazer uma análise mais profunda, mas os primeiros resultados são bem positivos. O mais legal é ver que o policial da UPP sabe distinguir o que é morador e o que é um transgressor da lei. Antes havia uma generalização: “É preto, é pobre, é favelado? Então é bandido.” Agora não. Por ficarem permanentemente na comunidade, eles passam a conhecer e a serem conhecidos pelas pessoas.

    A grande maioria desses policiais é recém-formada e com especialização em policiamento comunitário. O segredo está nessa nova formação?
    Acho que sim. São todos muito jovens, e a maioria tem história de vida parecida com a nossa. São policiais familiarizados com a cultura hip-hop, ouvem funk, tomam uma cervejinha com os amigos no final de semana. É gente como a gente, mas de farda. Na prática dá certo porque há o respeito dos dois lados.

    Você tem contato com esses policiais?
    Sim, e vejo todos abertos ao diálogo. Um dia (moradores) vieram reclamar comigo de um policial que estava na passarela de entrada da Cidade de Deus com fuzil na mão, revistando todos que passavam de forma mais rude. Fui lá falar com ele e percebi que, na verdade, ele estava era muito espantado. Ele era muito, muito jovem. Conversamos e ele pediu desculpas, disse que não queria desrespeitar ninguém. Achei legal isso, justamente por mostrar que todos, mesmo os menos preparados, estão abertos ao diálogo.

    Como representante da Cidade de Deus, e artista conhecido e admirado, você é muito procurado pelos moradores, não? Mas e com as autoridades? Mantém contato?
    Sim, sim, Tive uma boa conversa com o Beltrame (José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro) uma vez. Fui levar uma reclamação de um policial corrupto e ele prometeu abrir uma investigação. E assim foi feito. Vi ali que é um cara bem intencionado, com boas ideias. Aquilo ali e uma entrevista que vi dele fizeram com que eu mudasse a visão sobre as UPPs, logo no começo. Na entrevista ele disse que a polícia não poderia ser o único braço governamental dentro da favela e que era preciso que entrassem também as Secretarias de Educação, de Cultura, de Esporte e Lazer… poxa, para um cara da Segurança Pública admitir isso, é difícil. Espero que isso aconteça com mais intensidade – que tenhamos mais educação, cultura, esporte e lazer na favela.


    Os índices de aprovação ao trabalho das UPPs são espantosos: chegam a 93%. Isso chama a atenção, já que a polícia andava com uma imagem ruim nas comunidades mais pobres do Rio, não?
    Pois é, a gente passou a vida inteira sendo mal tratado, sendo vítima de preconceito. Mas a imagem dos policiais mudou quase instantaneamente quando passaram a respeitar as pessoas. Está claro agora que é mentira que as comunidades eram contra a polícia. Nós éramos contra os métodos utilizados, de pé na porta e invasão de domicílio sem mandado. E outra coisa, que precisa ser dita: os policiais são muito mal pagos. Outro dia li que os brigadeiristas de Porto Alegre recebem R$ 700 por mês. Isso é um absurdo. Deviam receber pelo menos R$ 5 mil, sabe por quê? Porque o policial arrisca a vida, dele e dos outros. Ele é a lei e a lei vale muito. Mas no nosso país, infelizmente, um segurança de carro blindado, que cuida do transporte de valores, ganha muito mais que um policial, que cuida do que há de mais valioso no mundo – a vida.

    Mas você acha que a UPP veio pra ficar ou há o risco de o projeto ser esquecido no futuro, numa eventual mudança de governo?
    Eu torço para que continue, mas nunca se sabe, né? De qualquer forma, como falei, ainda é cedo para fazermos uma avaliação definitiva. O começo está sendo bom e isso é importante. Uma coisa que me preocupa é que, uma vez instalada a UPP, muitos traficantes acabam migrando para outras áreas – e aí a criminalidade cresce em outro lugar. É preciso ficar atento também ao fato de que os crimes acabam mudando. Se eliminam o tráfico de drogas aqui, o cara ali pode começar a roubar, sequestrar. É um trabalho de vigilância permanente.

    A ação da Polícia é um tema recorrente na obra de MV Bill. Veja o vídeo abaixo:

    MV Bill lança em março seu novo disco, “Causa e Efeito”. O lançamento será no dia 1º. de abril, no Ebano Bar, em São Paulo. Para saber mais sobre o rapper, acesse

    aqui o site oficial do artista.


    Fonte: Yahoo! Notícias

    Read Full Post »

    %d blogueiros gostam disto: