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Archive for novembro \28\UTC 2009


Tenho Osteogenesis Imperfecta, que é uma doença genética relativamente rara que provoca principalmente a fragilidade dos ossos, e que no meu caso se desenvolveu em Genu Varo, que é a deformidade que se caracteriza pelo arqueamento dos membros inferiores. É conhecido como “pernas curvas” ou “pernas de cowboy”.
Minha mãe começou a me levar em vários hospitais, buscando fazer meu acompanhamento, já que ela tinha desenvolvido essa doença. Mas na época pouco se fez.
Até os 2 anos de idade (1978) ainda não se percebia nada de diferente, pois apenas ao começar a andar minhas pernas começaram a ”encurvar”.
Passei por várias internações durante a infância, onde a única medida tomada pelos médicos era o uso de gesso que ia dos pés até a virilha, para evitar que o quadro se agravasse muito.
Recomendaram que eu fizesse uma cirurgia após os 12 anos, quando meus ossos já estariam mais desenvolvidos.
Mas como não me atrapalhava em nada e nem me causava dores… eu até jogava futebol!
Até que aos 16 anos as dores começaram a me incomodar, além do preconceito e da discriminação que eu sofria e que me deixou um pouco complexado em minha adolescência.
Passei por cirurgia corretiva em 1993, aos 17 anos, tendo bom resultado na operação. Mas se percebia ainda a deficiência, principalmente pela baixa estatura.
Mas me dando por satisfeito não voltei ao hospital após a recuperação e continuei minha vida e meus estudos, apesar das dificuldades.
Depois trabalhei em bar, vendi cachorro-quente nas ruas, consultório médico (1996 a 1998), período em que frequentei bailes funk, apesar das dificuldades. Afinal eu tentava ter uma vida normal. Fiz alguns cursos e terminei o 2º grau (1999).
Eu andava até de bicicleta!
Através de uma amiga conheci a ANDEF (Assoc. Niteroiense dos Deficientes físicos), onde em 1999 fiz curso de informática e pude através de convênio trabalhar como atendente de telefone em uma empresa de fast food, de abril de 2000 até setembro de 2001.
Mas aí o quadro de minha doença já havia se agravado porque não continuei o tratamento na época da cirurgia…
As dificuldades de locomoção me fizeram necessitar do uso de muletas a partir de 2001. E em 2002 dei entrada no auxílio-doença, pois minha doença se agravou no período em que trabalhava. Acredito que por causa da distância de minha casa até o trabalho e o sacrifício que fazia todos os dias…
Mas não me acomodei, e procurava fazer sempre algo.
Vendi produtos de beleza, roupas, lingerie, bijuterias, e assim eu não ficava parado e nem parava em casa…
Até que na noite do dia 7 de agosto de 2005, um sábado, eu ”cismei” que tinha que ir ao baile funk que eu já não frequentava havia vários anos. E por causa de uma briga entre algumas pessoas eu fui empurrado e jogado ao chão, onde só vi minhas muletas ”voando”, antes que eu caísse…
Mas há males que vem pra bem, e o tratamento que abandonei em 1993 finalmente fui ”obrigado” a continuar, pois tive uma fratura no fêmur direito, justamente no local de minha cirurgia anterior e onde eu sentia muitas dores e sensibilidade.
Me levantaram, mas o segurança do clube me pegou bruscamente no colo fazendo uma ”alavanca”. Aí meu fêmur não resistiu e se partiu…
Senti um incômodo na perna mas não sabia que estava quebrada. Ele me levou para fora do clube. Fui negligenciado pelo clube, mas na hora não pensei nisso, pois já sentia que algo grave havia acontecido…
Eu mesmo liguei para os bombeiros.
A fratura e a deformidade foram corrigidas depois de eu ter ficado quase 2 meses internado entre 2 hospitais.
Mas aguardo a cirurgia para correção da deformidade do fêmur esquerdo desde 2006.
Parei até com a hidroterapia, esperando que fosse logo operado…
Tenho reclamado, e já recorri à Defensoria Pública para ver se agilizam minha cirurgia. Mas até agora, nada…
Em fevereiro uma perita do INSS julgou que eu estaria apto ao trabalho e desde então meu auxílio-doença foi suspenso. Tive que entrar com ação na justiça em maio para reaver meus direitos. Mas ainda falta a decisão da juíza para que eu saiba se recebo os atrasados, se me aposento ou não.
Mas o que queria dizer é que já superei muitas coisas. O complexo de inferioridade, que me deixava com dificuldades para me relacionar.
Recorri a salas de bate-papo por telefone e programas de rádio para tentar vencer a barreira do preconceito e tentar conhecer pessoas que não se importassem com minha deficiência. E consegui fazer várias amizades e até alguns relacionamentos, apesar de muitas decepções e frustrações, pois ao telefone as pessoas tem mais facilidade em se expressar, mas a realidade é bem diferente.
Tive mais de 40 encontros entre 2002 e 2007. Embora nos últimos anos eu já não tinha a mesma frequência de novos encontros, pois já estava cansado de tantas desilusões…
Até que, quando eu menos esperava conheci através da internet alguém especial, diferente de todas que eu havia conhecido. Alguém que me fez acreditar, tanto através de palavras (escritas e faladas), gestos, atitudes e demonstrações, em uma história de amor semelhante as dos filmes que eu assistia e que sonhava em um dia viver algo parecido, mas que achava quase impossível! 
Durante alguns meses vivi algo especial, desde nosso 1º contato virtual até nosso encontro e os momentos que passamos juntos.
Mas a distância não atrapalhava nossos planos, que eram muitos…
Algo que parecia um sonho de tão maravilhoso e perfeito, mas que brusca e injustificavelmente teve um final.
Pra resumir, ela me levou ao céu com seu amor e dedicação, me fazendo o homem mais feliz do mundo. Mas depois me deixou muito mal, pois ao perdê-la perdi o chão, a razão de viver, a vontade de lutar por meus objetivos, a crença no amor verdadeiro, na amizade, enfim…
Pensei que a vida não fazia mais sentido. Não pelo fim de um relacionamento, mas pela maneira com que tudo terminou, pois eu sabia que ela gostava de mim, mas algo mais forte que ela nos separou…
Mas apesar de tudo tenho um imenso carinho, admiração e respeito por ela, pois aprendi muito. Aprendi a amar, pois agora sei que devo amar a mim em 1º lugar antes de ter condições de amar outra pessoa.
Ela foi, é, e sempre será uma mulher que marcou uma nova fase em minha vida, pois depois de superar o fundo do poço emocional e existencial no qual me encontrei durante alguns meses, eu percebi que se tudo aconteceu assim é porque tinha de ser.
Finalmente vi que tudo tem razão de ser. Que se contudo que passei esse ano eu não guardo mágoas de ninguém, nem perdi a esperança de conseguir tudo aquilo que desejo, desde que mereça. Pois pra mim além de acreditar e ter fé, precisamos merecer.
E como merecer? Sendo superiores em relação aos sentimentos mesquinhos e hipócritas que só nos fazem mal.
Nunca fui mal, pois sempre quis o bem de todos e sempre acreditei em Deus, no seu poder e na mensagem que era passada através dos filmes sobre a vida e morte de Cristo.
Nunca reclamei ou lamentei por ter nascido pra ser diferente, mas não aceitava o porque de algumas pessoas sofrerem mais do que as outras ou o fato de haver tanta injustiça e desigualdade.
Agora creio ter encontrado muitas dessas respostas, pois expontaneamente desde o dia 13 de Setembro eu decidi seguir ao que meu coração foi transmitido:
Que Deus é a força maior, que criou todas as coisas e que decide quando e como tudo deve acontecer, embora não interfira o tempo todo em nossas vidas, pois pra ele não importa se o caminho que escolhemos é cheio de espinhos ou de pedras, pois o plano que ele tem pra cada um de nós é fundamentado no seu propósito, que está infinitamente além de nosso entendimento, já que nossa medida e noção de tempo está limitada ao nosso conhecimento humano.
E mesmo sendo apenas um recém-convertido eu tenho a compreensão de que nem tudo é do jeito no tempo que queremos, mas sim no tempo estabelecido por Deus. Não importando se para isso tenhamos que passar por muitas dificuldades, já que muitas dessas dificuldades são causadas por nossa falta de humildade em reconhecer que só tendo uma sincera e dedicada comunhão com Deus através de sua palavra que está na bíblia poderemos alcançar o entendimento e o merecimento para receber as bênçãos e vitórias que Deus reserva para cada um de nós.
É claro que é questão de fé, mas também estou me baseando na Bíblia e em toda minha experiência de vida, na qual minha espiritualidade foi sofrendo um processo de evolução depois de ver que muitas das coisas que nos parecem boas são na verdade ilusão e motivo de sofrimento.
Senti essa maior transformação em uma visita a uma Igreja Assembléia de Deus.
Eu nunca fui Católico praticante e nem experimentei a fé pelo espiritismo ou qualquer outra religião, mas sempre respeitando cada uma delas, embora sempre tenha sentido que nas denominações evangélicas eu encontrava sentido em suas doutrinas, tendo visitado várias delas, mas nunca sentido verdadeira emoção.
Eu sempre soube que a vida que levava não fazia muito sentido, mesmo sendo eu uma pessoa do bem, amigo, carinhoso, romântico, preocupado com o meio-ambiente, sendo contra toda e qualquer forma de discriminação, envolvido com política e questões sociais, entre outros assuntos. E sempre procurando aprender para me tornar uma pessoa cada vez melhor.
Não queria falar de religião, pois é uma questão pessoal e polêmica, já que também não gostaria de ter meu relato julgado por ter enfatizado um pouco esse tema. Mas como não poderia falar sobre isso, se foi a razão pela qual eu superei um momento de depressão depois de tudo que me aconteceu esse ano, tendo pensado até em suicídio? (algo que não me ocorria desde 2002, pois na época não havia superado o complexo de inferioridade).
A mensagem que eu gostaria de passar é que apesar de acontecerem coisas em nossas vidas que muitas das vezes não entendemos as razões e os motivos pelos quais elas acontecem devemos sempre pensar positivo. Pensar e agir. Devemos entender que se ocorreu algo que não podemos mudar devemos aprender a lidar com a nova realidade, aceitando o fato de que lamentar e reclamar não vai fazer o tempo voltar. Mas que nem por isso devemos perder a fé e a esperança na possibilidade de que algo de bom e inesperado também pode acontecer. Um milagre!
Devemos aprender com as pessoas que tem suas limitações, sejam elas físicas, financeiras, sociais, culturais ou intelectuais também são felizes, pois conseguem driblar tantos obstáculos, que pra maioria das pessoas, por se prenderem muito ao dinheiro, poder, status, vaidade, orgulho e a vida material, tornam-se barreiras intransponíveis.
A vida é uma experiência passageira, independente da fé e da crença que cada um pode ter. Mas devemos procurar fazer dela uma experiência agradável e produtiva, tirando dela as lições que precisamos para que possamos nos tornar a cada dia um ser humano melhor em todos os sentidos, procurando aceitar que podemos ter limitações, mas que isso não nos deixe desistir de buscar o melhor dentro de nós para que compartilhemos desse melhor com as outras pessoas, seja através de experiências de vida ou de conhecimento adquirido, podendo assim também contribuir para um mundo melhor, apesar de todas as perdas que porventura venhamos a sofrer.
Admito que errei e continuo errando, mas sempre procurando acertar e melhorar. Contudo, baseado em tudo que já vivi eu sei que hoje sou um ser humano melhor que ontem, e amanhã quero ser melhor que hoje. Não para ser melhor que ninguém, mas para poder contribuir com o melhor de mim nessa passagem aqui na terra, pois acredito que dependo do que eu for aqui para que mereça minha recompensa.
E cada um terá a sua…
Ainda aguardo a cirurgia, o resultado sobre o processo contra o INSS, e uma possibilidade de trabalhar com sites ou alguma coisa relacionada a internet ou computador.
Mas não deixo de procurar algo, uma idéia ou oportunidade pra trabalhar, fazer alguma coisa que eu goste, seja com vendas ou relacionado a internet.
E também penso em fazer faculdade. Talvez Psicologia, algo na área social, algo que me preencha, que me faça bem e onde eu possa ajudar as pessoas.
Nada acontece em vão…
As dificuldades são testes pra nos fazer crescer e aprender.
Que Deus nos abençoe!
Muita paz, harmonia, alegria e felicidade a todos nós!
 

(Lєαη∂яσ Mαια Gσηçαℓνєѕ)

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Hipocrisia

Por que será que as pessoas são tão hipócritas, criticando e julgando nos outros aquilo que elas mesmas praticam?
E mesmo se uma pessoa critica ou julga outra por algo que não concorde, não seria melhor dar um bom exemplo ou fazer o oposto daquilo que se está criticando ao invés de apenas falar?
E será que estamos nos preocupando mais com assuntos da vida pessoal alheia do que com nossas próprias fraquezas ou até mesmo com questões de interesse público e comum, que portanto interessariam a todos?
(Lєαη∂яσ Mαια Gσηçαℓνєѕ)

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Entrevista Dadá Coelho (Parte II)

(Contém expressões não recomendadas para crianças)

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É um absurdo o que a empresa SALUTRAN fez… (Pça do Batuta – Nova Iguaçu/RJ)
Retirar as poltronas dianteiras destinadas às gratuidades é passível de ação judicial!
É o que pretendo fazer, pois como deficiente físico que depende do auxílio de muletas para me locomover ficou muito difícil e humilhante ter que entrar pela porta traseira e depender da boa vontade de motoristas e passageiros para que eu possa me deslocar até os bancos da frente, pois na parte traseira do ônibus não posso viajar.
Minha coluna não suportaia tantos solavancos, trepidações e pancadas, cada vez que o ônibus passa em lombadas, buracos e irregularidades no asfalto, até porque os motoristas costumam correr muito, e eu sinto muitas dores devido a minha deficiência.
Já fiz reclamação junto ao setor responsável por fiscalizar as empresas municipais, mas ainda não tive resposta.
Pretendo levar o caso até a justiça, pois dependo de transporte rodoviário, e além de tudo é um direito que a SALUTRAN não está respeitando.

(Lєαη∂яσ Mαια Gσηçαℓνєѕ)

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Ela se diz “sobrevivente” de uma família de 13 filhos do Piauí.
Foi uma das entrevistas mais engraçadas e divertidas que assisti.
Além de muito humor Dadá é uma lição de vida e otimismo, superação, determinação e luta por seus objetivos e sonhos.
Jamais deixando que as dificuldades da vida tirasse sua alegria de viver.

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Uma turma de peso foi requisitada para atuar no documentário Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar. Os diretores Marco Antônio Ferraz e Anderson Corrêa chamaram apenas gente amiga para participar do elenco, entre eles está o ator Reynaldo Gianecchini. O filme conta a história verídica da mulher que morava em Jacarezinho, no Rio de Janeiro, e teve coragem de abrigar e cuidar de cerca de 40 crianças abandonadas.

Os atores narram em primeira pessoa as experiências que seus personagens vivenciaram com Flordelis. A própria Flordelis e sua mãe participam do drama filmado inteiramente em preto e branco. Cauã Reymond, Alinne Moraes, Letícia Spiller, Fernanda Lima, Letícia Sabatella, Ana Furtado, Sérgio Marone, Thiago Martins, Carolina Oliveira e outros tantos completam o time.
Assista ao trailer abaixo:

Fonte: Revista Contigo.

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É um absurdo a péssima qualidade do atendimento ao cidadão e ao consumidor, seja por telefone, internet, carta, e-mail ou até mesmo pessoalmente…

Embora eu acredite que a pior qualidade de atendimento se observa ao telefone, pois quando não ”mofamos” aguardando que algum operador nos atenda, ocorrendo em muitas das vezes o cúmulo do absurdo, que é: A ligação cai e não fomos sequer atendidos!

Às vezes a ligação cai (Ou é interrompida por ”acidente” pelo próprio operador) durante o atendimento ou tranferência entre setores do atendimento, que mais parece um labirinto de ramais que não parece ter fim…

E quando não ficamos satisfeitos com o serviço prestado, e queremos fazer uma reclamação em relação ao péssimo atendimento que recebemos temos que passar às vezes por tudo de novo…

Sei que isso acontece toda hora com muita gente, só que poucos reclamam ou levam isso adiante, deixando cair na rotina, o que pra mim é errado!

Sei que é chato e burocrático, mas enquanto não tomarmos uma atutude de buscar melhorias isso não vai mudar expontaneamente por interesse das próprias empresas ou órgãos públicos.

Já passei muito por isso, e reclamei poucas vezes, é verdade. Mas estou decido a fazer o jogo virar a meu favor, pois se cada um fizer sua parte acredito que um dia encontraremos uma situação mais digna com respeito ao atendimento ao cidadão.

Tenho reclamado mais ultimamente. Seja com empresas de telefonia móvel, por exemplo, seja com Prefeitura, Governo Estadual, Federal, empresas de ônibus, comércio, prestadores de serviço, etc…

Assim, além de acreditar que estou contribuindo para a melhoria dos serviços de atendimento, fico com a consciência mais tranquila, de dever cumprido.

Acabo de escrever isso após tentar fazer uma consulta pela internet de um processo que tenho contra o INSS, mas que por um equívoco meu acabei entrando n site da Justiça Estadual ao invés de Federal, e por isso não foi encontrado o meu processo.

Mas logo percebi o engano e iria explicar e desligar. Só que a mulher que me atendeu não foi nem um pouco delicada e gentil, me fazendo passar por um constrangimento.

Decidi desistir de ser educado explicando o motivo do meu equívoco, agradeci pelo atendimento que recebi e desejei-lhe um bom dia e um bom trabalho, antes que eu me estressasse.

Caso alguém precise ligar pro mesmo lugar que liguei, adianto aqui o número para o qual liguei, para que se previnam sobre o atedimento da servidora mal-humorada: 21 3133-7100 (Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro).

E não satisfeito com o atendimento eu liguei pra Ouvidoria para reclamar: 21 3133-3755.

Fui atendido e logo transferido para outro setor.

Mas se eu já liguei pra Ouvidoria para reclamar do atendimento, ainda teria que ser transferido para outro atendente?

Resultado: A ligação ”caiu” antes que o tal Ouvidor me atendesse…

Daí eu desisti…

Mas não façam como eu. Insistam!

Mas eu só deixei pra lá porque tudo começou por um equívoco meu e também porque vi que não fui muito prejudicado além de gastar alguns minutos de ligação de minha assinatura Skype…

Mas creio que valei o desabafo, porque acredito que quando guardamos um sentimento de desapontamento e insatisfação pra nós mesmos e não dividimos com alguém, acabamos por nos sentir mal.

Então, ao menos vamos desabafar, pois acumular estresse nos faz um mal…

(Lєαη∂яσ Mαια Gσηçαℓνєѕ)

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